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Sintomas da menopausa que não se atreve a dizer ao seu médico

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Secura vaginal, incontinência urinária e diminuição do desejo sexual... Não são temas agradáveis de tratar com o médico, mas sabe que a rápida identificação destes sintomas pode ajudar a amenizá-los?


A menopausa é diagnosticada retrospetivamente, passados 12 meses sem período, e caracteriza-se pela interrupção da produção de hormonas por parte das glândulas ováricas. Esta situação pode provocar alguns sintomas que condicionam a qualidade de vida, mas se forem avaliados com o seu médico e tratados de forma personalizada podem melhorar a experiência desta etapa vital.

A diminuição na produção de estrogénios afeta diretamente a mucosa urogenital e causa a chamada “atrofia urogenital”, que se traduz em:

Diminuição do desejo sexual

Como é natural, se a relação sexual for dolorosa e nada agradável, o nosso desejo sexual diminuirá. A redução do desejo é uma disfunção sexual muito frequente nesta etapa de vida e, embora seja verdade que a diminuição de estrogénios possa favorecer esta situação, acrescem outros fatores como:

  • A deterioração da autoimagem e autoconceito: a baixa autoestima causada pela visualização de uma nudez um pouco menos atrativa, segundo os cânones de beleza.
  • E a resposta sexual que fica mais lenta: não se lubrifica da mesma forma e é preciso mais tempo para que a relação seja satisfatória.

Incontinência urinária

Outro dos sintomas associados à menopausa é um enfraquecimento dos músculos do pavimento pélvico, que pode provocar as desagradáveis perdas de urina de esforço, sobretudo em mulheres que tenham tido partos vaginais, excesso de peso, atividade física de impacto ou doenças respiratórias.

Por tudo isto, quando sinta secura vaginal, incontinência urinária e/ou falta de desejo sexual, não duvide em consultar o seu médico/a ou ginecologista. Nas unidades de menopausa todos estes aspetos são tratados e vigiados. Quanto mais cedo forem identificados mais fácil será amenizar estes sintomas.

Conselhos e recomendações

1. Não duvide em começar a usar regularmente:

  •  Hidratantes íntimos, depois do banho diário ou ao deitar-se. A mucosa urogenital ficará mais hidratada e o efeito reparador minimizará os incómodos;
  • Lubrificantes à base de água ou silicone se a fricção for muito incómoda durante as relações sexuais.

2. Tenha também em conta os tratamentos de manutenção (2-3 vezes por semana), com estrogénios vaginais, em formato creme intravaginal, comprimidos, anele de libertação prolongada, sempre que o seu ginecologista considere adequado.

3. Seja proativa nas relações sexuais para manter uma saúde vaginal adequada. O desejo nesta etapa é reativo, quer dizer, num contexto de intimidade e cumplicidade, embora o ponto de partida seja “neutro”, experimentará excitação e desejo secundário que a animará a repetir o encontro.

4. Fortaleça o seu pavimento pélvico com exercícios de Kegel ou se for conveniente peça a ajuda de um fisioterapeuta para que avalie a tonificação, força e resistência muscular e ao mesmo tempo a ensine a identificar e fortalecer a musculatura pélvica. Deste modo, vai melhorar claramente o controlo das perdas de urina.

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