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Dez diferenças entre a incontinência masculina e feminina

Incontinência

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Estima-se que cerca de 600 mil portugueses sejam afectados pela incontinência urinária, mas homens e mulheres não a vivemos da mesma forma. E ainda que entre nós, mulheres, a percentagem seja mais alta, a repercussão social e emocional tem mais impacto nos homens.


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Dia 14 de março celebra-se o Dia Internacional da Incontinência Urinária, uma realidade que afeta 50 milhões de pessoas na Europa e quase 600 mil portugueses. Apesar destes números, que refletem a uma elevada fatia da população a partir dos 50 anos, as perdas de urina continuam a ser, para muitos, especialmente para eles, um tabu e uma das condições pelas quais se recorre a um profissional sanitário.

Tenha em conta dez das principais diferenças entre a incontinência masculina e feminina, como preveni-la e como é vivida por ambos os sexos.

  1. A quem afeta:

De acordo com estudos feitos no nosso país vizinho, é um problema comum: afeta 1 em cada 3 mulheres a partir dos 50 anos; a proporção entre eles é de 1 em cada 4 a partir dos 40 anos.

  1. Causas:

Entre as mulheres surge principalmente devido ao enfraquecimento do pavimento pélvico provocado por gravidezes, partos e menopausa. Também devido à obstipação crónica ou obesidade. Para eles, além da idade, a incontinência está relacionada com o aumento do tamanho da próstata, o cancro da próstata ou doenças neurológicos, como Parkinson ou Alzheimer.

  1. Tipos de incontinência:

Entre nós mulheres, a incontinência mais comum é provocada pelo esforço. Para eles é mais frequente a de urgência, mais conhecida por ‘bexiga hiperativa’.

  1. Tratamento:

Aqui, para ambos, os médicos e fisioterapeutas estão de acordo: fortalecer a musculatura pélvica. Eles deverão aumentar especialmente o controlo do esfíncter. Em centradaemsi.pt encontrará vídeos de exercícios para fortalecer a musculatura pélvica.

  1. Acompanhamento profissional:

Estima-se que cerca de 42% das mulheres que têm incontinência não vão ao médico. No caso deles, a percentagem sobre quase 20 pontos, chegando aos 60%.

  1. Tabu:

Para um número elevado de mulheres, (32%), este tema continua a ser tabu e 27% delas não fala do assunto por vergonha. No caso dos homens, mais de metade espera mais do que um ano para consultar um médico.

  1. Vida social:

Tentamos sempre assegurar-nos que temos uma casa de banho por perto, ainda que isso limite em parte a nossa vida social por medo das perdas de urina. Entretanto, metade dos homens diz que dorme pior por ter que se levantar durante a noite e que este problema limita a sua vida sexual e profissional.

  1. Impacto emocional:

A incontinência afeta a qualidade de vida das mulheres, provoca insegurança, baixa autoestima e isolamento. 90% dos homens sentem-se menos seguros e chegam mesmo a sentir-se deprimidos devido a este problema.

  1. Desconhecimento:

Alguns maus hábitos, como limitar a ingestão de líquidos para evitar as perdas, não são solução uma vez que a urina fica mais concentrada e aumenta a frequência da micção. A ignorância é um dos piores inimigos neste tipo de situação. Entre outras coisas, porque estar informada sobre a incontinência vai ajudá-la a entendê-la, preveni-la, na medida do possível, e encará-la com outros olhos. Tenha em conta um dado importante: no caso das mulheres, os exercícios de fisioterapia melhoram ou atrasam o seu aparecimento.

  1. Utilização de pensos específicos:

Ainda que ainda haja um grande desconhecimento sobre a utilização de produtos específicos, pensados para neutralizar o odor e a densidade da urina (mais líquida), um número expressivo de mulheres e homens (mais eles) não os conhecem e utilizam pensos para a menstruação, papel higiénico ou mais do que uma peça de roupa interior em simultâneo.

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