TENA

Home Pavimento pélvico Incontinência Incontinência: isolar-se não é solução

Incontinência: isolar-se não é solução

Incontinência

0 6355

Se repara que está a começar a isolar-se ou a deixar de programar atividades por ter incontinência urinária, é hora de começar a prestar atenção ao que está a acontecer. Partilhamos aqui várias dicas para que possa seguir em frente com a sua vida.


A incontinência urinária é uma situação comum, principalmente entre as mulheres com mais de 35 anos. Tem sido um dado salientado que uma em cada 3 mulheres com mais de 50 anos apresenta algum tipo de incontinência. Apesar disto, segundo um estudo da TENA, cerca de metade das mulheres (42%) não consulta nenhum especialista.

Não ir ao médico perante os primeiros sintomas de incontinência não dificulta só a definição de soluções reais para as nossas perdas de urina, também pode ter um importante impacto na nossa qualidade de vida.

Quando temos perdas de urina e/ou a sensação de não conseguir chegar a tempo à casa de banho, começamos a fazer mudanças na nossa forma de vida que têm cada vez mais impacto na nossa rotina e na nossa atividade social: começamos  a evitar certas peças de roupa mais ajustadas ou de cores mais claras; a seguir, deixamos de frequentar lugares que desconhecemos se não podemos usar uma casa de banho; e, finalmente, pode acontecer que deixemos de participar em reuniões sociais por receio de que ocorra alguma perda de urina que os demais notem. Sabemos que muitas mulheres se sentem tão envergonhadas e preocupadas com esta situação que isto leva inclusive a que evitem afastar-se demasiado das suas casas.

Todas estas mudanças e o isolamento que causam têm um impacto emocional em nós, afeta a nossa autoestima e torna-nos mais tristes e com maior tendência a fechar-nos sobre nós mesmas.

Isto diz-lhe alguma coisa? Começou a fazer alguma destas mudanças na sua vida? Se assim é, chegou o momento de prestar atenção ao que está a acontecer. A incontinência urinária está a afetar a sua qualidade de vida e está a ter um impacto negativo na sua atividade social. Quer saber como evitar estes aspetos negativos?

Olhe o problema de frente

Procurar ocultá-lo e negá-lo impede-nos de ser pró-ativas e buscar soluções. Anime-se a consultar um especialista. Os profissionais das Unidades de Pavimento Pélvico existem para nos ajudarem.

Sabemos que é incómodo, frustrante, causa de vergonha, ansiedade e preocupação. Enfrentar o problema é um processo difícil mas necessário: se reduzir as atividades gratificantes e sociais na sua vida, pouco a pouco começará a sentir-se mais triste e com pior estado anímico. Vale a pena enfrentar o problema e não perder oportunidades para sair, partilhar e desfrutar.

Conheça o seu corpo

Faça um registo para se conhecer melhor e descobrir, por exemplo, aqueles alimentos ou bebidas que fazem com que o problema se agrave, como a cafeína, a teína ou o picante. Quanto melhor nos conhecermos, mais podemos melhorar a nossa situação.

Produtos adequados

Sabemos que tem medo de que se note ou receia que outras pessoas se apercebam do odor. Muitas mulheres têm sempre na bolsa uma muda de roupa interior. Nós recomendamos-lhe, como forma de ajudar enquanto não vê resultados do seu tratamento, que use produtos adequados a esta situação e que também neutralizarão os odores.

Os produtos TENA adaptam-se a todas as necessidade e níveis de absorção e oferecem tripla proteção contras perdas, odores e humidade. Se quiser conhecê-los e experimentar por si mesma, peça aqui uma amostra grátis.

Utilize roupa confortável

Utilize a roupa que a faz sentir mais confortável para começar a enfrentar situações sociais. O que importa é avançar e começar a recuperar a sua vida. À medida que a frequência e/ou quantidade de perdas comece a melhorar com o tratamento, ouse vestir a roupa que realmente gosta de vestir. Isto terá um impacto muito positivo na sua autoestima e vai sentir-se cada vez mais segura de si mesma.

Peça ajuda a um psicólogo

Se está a ser difícil avançar sozinha e a seguir em frente, equacione pedir ajuda a um psicólogo. Ele vai certamente ajudá-la a melhorar a sua autoestima  e a dar os passos necessário para se recuperar a si mesma.

O que mais importa é você mesma, a sua qualidade de vida, as sua vontade de desfrutar da vida e o seu direito a fazê-lo. Importa recuperar a sua liberdade. Por isso incentivamo-la a fazer frente a estas dificuldade, procurando ajuda profissional e atrevendo-se a dar um passo em frente e a retomar a sua vida. Vai conseguir!

Pode também interessar-lhe...

Partilhe com as suas amigas: