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A beleza que não se vê: o novo incentivo é sentir-se confortável

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A beleza que não se vê: o novo incentivo é sentir-se confortável
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É preciso sofrer para ser bonita? Isso já acabou. Sentir-se bem consigo própria e transmitir confiança passa por relaxar, cuidar de si e ser feliz na sua própria pele. O bem-estar feminino ganha uma nova dimensão numa conversa sobre beleza que coloca o autocuidado consciente no centro de tudo.




Durante muito tempo, as mulheres portuguesas carregaram como bandeira um (absurdo) lema herdado das nossas heroicas avós, que defendia que «para ser bonita é preciso sofrer». A beleza só era aceite quando era perfeita e passava por uma pele sem imperfeições, maquilhagem a toda a hora e, claro, uma silhueta ajustada a um padrão inalcançável para a maioria das mulheres. Nesse contexto, o bem-estar feminino não tinha lugar.

Felizmente, os tempos mudaram e as novas vozes nas redes sociais e nos meios de comunicação promovem um discurso mais acolhedor, que está a contribuir para redefinir o conceito de beleza. Hoje, a beleza pode ser imperfeita e, mais importante ainda, equilibrada quando assenta nos pilares de um estilo de vida saudável. O bem-estar feminino tornou-se, assim, um novo padrão de beleza alimentado por: sono suficiente, uma alimentação variada e equilibrada, movimento praticado por prazer… e a sensação de se sentir confortável.

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