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O sexo durante a menopausa

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Sexo na menopausa
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Nesta fase temos de nos adaptar às novas exigências do corpo, para que a vida sexual não se ressinta. Aliás, é uma boa altura para descobrir novas formas de viver a sexualidade.


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As alterações hormonais provocam mudanças da resposta sexual a que as mulheres têm de se adaptar para manter a sua qualidade de vida sexual durante a menopausa:

  • Falta de desejo: pode ser tratada, se assim pretender, com a ajuda de um especialista mas as mulheres têm a possibilidade de aumentar o desejo elas próprias com recursos como romances eróticos, fantasias sexuais, etc. Devemos ter sempre em consideração que a libido muda nas diferentes etapas da vida. Nesta o mais preocupante é o desequilíbrio do desejo entre os diferentes elementos do casal; a mulher vê-se com a libido diminuída e tenta igualar a do seu companheiro, que está a passar pelas mudanças hormonais de forma menos brusca e mantém o seu desejo praticamente intacto.
  • Excitação menos intensa: leva mais tempo a atingir os níveis adequados para, por exemplo, iniciar uma relação com penetração. Quando há estimulação sexual, os órgãos genitais enchem-se de sangue, a vagina fica mais lubrificada e expande-se, elevando o útero para dar passagem ao pénis. Depois da menopausa, todo o processo decorre mais lentamente. Por isso, é conveniente aumentar os preliminares da penetração, dar tempo à relação, sem pressas, e desfrutar do resto do corpo para deixar que a zona genital se prepare.

Podemos desfrutar da sexualidade em todas as idades, mas temos de nos adaptar às mudanças do nosso corpo

  • Diminuição do nível de lubrificação: se tivermos relações da mesma forma que antes da menopausa, sem ter em conta que o nível de lubrificação diminuiu, podemos sentir desconforto e incómodos que provoquem uma diminuição do apetite sexual na expectativa de uma relação desconfortável. É muito aconselhável o uso de lubrificantes tanto para as relações sexuais, como para o dia-a-dia no caso de se sentir desconforto devido à diminuição da lubrificação vaginal.
  • Contrações orgásticas menos intensas e às vezes acompanhadas de dor: esta situação deve-se em parte à falta de lubrificação e em parte à diminuição do tónus do pavimento pélvico. Na menopausa, os cuidados do pavimento pélvico são essenciais, pois é quando começa a maioria dos problemas de incontinência, mas melhorar o tónus da musculatura pélvica também pode ser muito benéfico para a qualidade das relações sexuais, apesar das alterações hormonais.

Na menopausa, a maioria destas alterações é gradual. Só no caso de uma menopausa precoce, por exemplo, ou de extirpação dos ovários numa mulher jovem é que os níveis hormonais baixam drasticamente e as mudanças são muito bruscas. Nessas situações, é aconselhável falar com o médico para prescrever um tratamento hormonal que permita a diminuição progressiva dos níveis hormonais.

Podemos e devemos desfrutar da sexualidade em todas as idades, mas temos de saber adaptar-nos às mudanças do nosso corpo. Na menopausa a mulher tem de se adaptar a estas novas exigências para que a sua vida sexual não se ressinta. Na verdade, é uma boa etapa para descobrir novas formas de viver a sexualidade.

A nova necessidade de aumentar os preliminares permitirá ter uma maior intimidade com o companheiro, conhecer novas zonas erógenas e desfrutar de todo o corpo.

Fonte: centradaenti.es

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