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Gostaria de ser uma supermulher? Cuide da sua autoestima

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A sociedade exige habitualmente às mulheres que sejam perfeitas e nós mesmas também o exigimos. E por isso, problemas do pavimento pélvico, como incontinência ou dificuldades nas relações sexuais, podem criar ansiedade e depressão.


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Em muitas situações é comum as mulheres terem um nível de autoestima mais baixo do que os homens. Uma das razões está relacionada com o tipo de formação que recebemos desde crianças e com o papel que a sociedade pede que representemos. Isto choca com o que realmente muitas de nós querem fazer e, por vezes, enche-nos de frustração e ansiedade.

Apesar da sociedade começar a tratar mulheres e homens de forma mais igualitária, sobretudo no que se refere aos deveres e direitos, a verdade é que a função do género, (a forma como nos devemos comportar dependendo do sexo com que nascemos), continua a estar muito presente entre nós.

Ser mulher parece significar, entre outras coisas, o dever de ser débil, dependente e dedicar-se sempre aos outros. Além disso, as mulheres devem ser e estar sempre belas, cumprindo o modelo de cada época ou país. Atualmente, tal como os homens, as mulheres desejam aprender e dedicar-se ao que mais gostam, mas muitas também desejam cuidar da família e manterem-se belas e jovens. E às vezes, de forma inconsciente, sentem-se culpadas por superarem um homem no campo laboral ou intelectual.

O esforço para alcançar tudo o que se pretende, entre o que realmente se quer fazer e o que muitas mulheres creem que se deve fazer, ser uma supermulher, é praticamente impossível e a sensação de fracasso provoca a diminuição da autoestima.

Quando além disso existem problemas causados por um pavimento pélvico debilitado, que vão da conhecida incontinência urinária às dificuldades nas relações sexuais, chocamos de novo com o mito da mulher perfeita. Deparamo-nos com os malabarismos que fazemos para controlar o trabalho, a casa e a família e não conseguimos cuidar do nosso próprio corpo!

Através da doença ou do mal-estar, o corpo procura dizer-nos que devemos cuidar mais de nós. Os problemas emocionais, a depressão, a ansiedade, a frustração, a falta de autoestima, etc., refletem-se na nossa saúde. Curiosamente, os transtornos pessoais causados pela pouca qualidade de vida da mulher costumam dar sinal através dos problemas associados ao aparelho reprodutor feminino.

Devemos cuidar de nós mesmas, cuidar do nosso corpo e ouvi-lo. Este será o modo de percebermos as nossas necessidades e, muito importante, também as nossas limitações. Se as relações sexuais mudaram, se a incontinência urinária impede que nos sintamos cómodas, é porque o corpo está a tentar dizer-nos algo. Faça de si mesma a prioridade da sua vida, cuide-se, cuide do seu pavimento pélvico e pense sobre as ideias erróneas que possamos ter sobre o que significa ser mulher, sobre como deve ser realmente uma mulher. Crie a sua própria ideia de mulher ideal, você mesma, e mantenha-se saudável e feliz.

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