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Creatina na menopausa: por que não se fala de outra coisa e o que diz a ciência a esse respeito

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Creatina na menopausa: por que não se fala de outra coisa e o que diz a ciência a esse respeito
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A chuva de informação nas redes sociais é incessante. Lemos que pode ser benéfico para as mulheres tomar creatina na pré-menopausa e na menopausa, porque ajuda a manter a massa muscular e óssea. Afirma-se, inclusivamente, que pode ter efeitos positivos na função cognitiva e no estado de ânimo, num momento em que ambos podem entrar em acentuado declínio. Vejamos se existe evidência científica para tudo isto.




Até há pouco tempo, a sabedoria popular associava a toma de creatina aos desportistas, mais concretamente, aos fanáticos do ginásio. Sabia-se que, consumida com regularidade, ajudava a fortalecer o músculo. Hoje, muitos especialistas parecem estar de acordo em que este suplemento também beneficia o bem-estar das mulheres em qualquer fase da vida. E por que motivo trazemos este tema até aqui? Porque, na menopausa, isto já saberá, o corpo tende a perder massa muscular mais rapidamente e a creatina ajudaria a conservá-la.

Músculo e creatina

O músculo é, pois, o primeiro órgão que beneficia da toma de creatina na menopausa. Marta Marcé, nutricionista e divulgadora especialista em menopausa, é clara a esse respeito: “Como ferramenta compensatória é válida, desde que se pratique exercício de força e resistência e, muito importante, se tome diariamente (funciona por acumulação)”. Além disso, ela própria e outras divulgadoras insistem em que também pode ter vantagens para a perda de massa óssea e para a temida névoa mental que nos espreita quando nos vamos despedindo da menstruação. O que diz a evidência científica mais sólida (meta-análises e orientações clínicas) sobre isto?

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