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Como enfrentar a incontinência urinária

Psicologia

perdas de urina
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Adaptar-se às alterações inevitáveis que este problema provoca implica um processo de normalização. Para que este processo funcione devemos tentar que a nossa vida pessoal e social não se altere demasiadamente. Dizemos-lhe como o conseguir.


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Perante qualquer mudança na nossa vida, o nosso cérebro ativa-se para a enfrentar. O surgimento da incontinência urinária é vivido como uma alteração importante, que sabemos que se não se aborda de forma correta pode produzir-nos dificuldades que derivem numa detioração do nosso estilo de vida. Sentimos que o nosso corpo não nos responde como queríamos e se perante uma urgência ou um esforço não somos capazes de reter a urina, ficamos tristes e nervosas.

A tristeza aparece porque sentimos que há algo que mudou e que não conseguimos controlar. Este sentimento é normal, porque num primeiro momento vemos a mudança como algo que não melhorará, como uma mudança definitiva nas nossas vidas e que nos vai limitar. Uma das consequências desta situação é sentirmos ansiedade. Mas isto não é mau, pois a ansiedade é um mecanismo nos ajuda a enfrentar este desafio, despertar-nos a procurar soluções. E esta é a atitude correta para minimizar o impacto desta mudança na nossa vida.

Quais são os passos para enfrentar a incontinência urinária?

  • Estabilizar as nossas emoções: a tristeza e a ansiedade são emoções naturais. Avisam-nos de que algo não está bem e que temos de procurar soluções.
  • Pesquisar informação e consultar um especialista: compreender é muito importante. Desta forma saberemos que as perdas de urina são normais e muito habituais em diferentes períodos da vida da mulher. Também descobriremos que uma percentagem elevadíssima do que estamos a passar tem solução e que há múltiplos recursos que nos ajudarão a enfrentar este problema.
  • Procurar adaptar-se às perdas de urina de maneira que afete o menos possível a vida pessoal e social: devemos procurar recursos que nos ajudem a manter a nossa vida ativa, sem nos sentirmos condicionadas à hora de sair de casa, em estar com amigos, etc.
  • Aceitar todas as mudanças que surjam com as perdas de urina com normalidade: como o facto de seguir uma rotina de tratamento, fazer exercícios específicos ou ter de utilizar durante um tempo uma proteção adequada que nos ajude a normalizar a nossa vida…

Aceitar estas últimas mudanças indica-nos que já estamos a fazer algo para solucionar o nosso problema. Mas se alteramos em demasia as áreas básicas da nossa vida, como as nossas rotinas, o nosso tempo de lazer ou as nossas relações pessoais, a longo prazo esta situação pode causar-nos emoções negativas de maior intensidade e duração que nos façam pensar erradamente que o problema está no sintoma, quando realmente o problema está em que a nossa forma de nos adaptarmos ao problema não está a ser a mais adequada.

Por isso recomendamos-lhe que siga os nossos conselhos: estabilizar a situação, obter informação, consultar um especialista e procurar adaptar-se à situação sem mudanças drásticas no seu dia a dia que a longo prazo suponham uma perda na qualidade da sua vida.

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