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Biofeedback, os benefícios do autoconhecimento

Pavimento pélvico e reeducação

biofeedback
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Esta técnica de fisioterapia ajuda-nos a verificar por nós mesmas o estado do nosso pavimento pélvico, registando a atividade que realizamos sobre ele.


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O termo biofeedback é composto pelo prefixo “bio”, que significa vida, e pela palavra inglesa “feedback”, que quer dizer retroalimentação. Juntando os dois termos, poderíamos traduzi-los como bio-retroalimentação.

O biofeedback é muito utilizado em diferentes áreas da medicina e é usado para controlar funções fisiológicas do organismo. Esta técnica ajuda a que uma pessoa tenha consciência das funções biológicas que em condições normais não perceberia, como a frequência cardíaca ou a pressão arterial.

O biofeedback é muito utilizado pelos fisioterapeutas quando existem disfunções do pavimento pélvico que requerem a ativação desta musculatura. Deste modo, podemos conhecer o estado do nosso pavimento pélvico e atuar voluntariamente para o melhorar.

O biofeedback mostra-nos:

  • Como se contraem os nossos músculos;
  • Se esta contração está correta ou incorreta;
  • Qual é o grau de intensidade da contração que realizamos.

Graças a estímulos visuais ou auditivos somos capazes de identificar os nossos exercícios, examinar como se modifica esta musculatura em função da atividade que estamos a fazer e, com esta informação, melhorá-la.

Registar a atividade do pavimento pélvico

Existem diferentes formas de captar a atividade dos músculos do pavimento pélvico através do biofeedback, algumas caseiras. Por exemplo, poderemos colocar-nos diante de um simples espelho e visualizar as alterações que ocorrem nos músculos do pavimento pélvico quando os contraímos.

Nas clinicas de fisioterapia realizam-se biofeedbacks mais sofisticados, capazes de registar em gráficos de imagens a contração muscular. O objetivo desta técnica é ajudar as mulheres a conseguirem melhorar o fortalecimento do pavimento pélvico.

Os aparelhos de biofeedback podem registar a contração do pavimento pélvico de diferentes maneiras:

  • Sondas de pressão: são a forma mais utilizada. Estas sondas são colocadas no interior da vagina ou do ânus e captam a pressão gerada pelos músculos ao contraírem-se.
  • Sonda intracavitaria: neste caso é registada a atividade elétrica do músculo.

Em todo o caso, se o seu pavimento pélvico está debilitado e tem problemas de perdas de urina, não esqueça que enquanto soluciona o problema é conveniente usar absorventes específicos para o pH e para a densidade da urina, como os oferecidos pela gama TENA Lady. Estes produtos vão fazê-la sentir-se segura e protegida. Saiba mais clicando aqui.

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