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A carga mental feminina: chegou o momento de se libertar

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A carga mental feminina: chegou o momento de se libertar
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Pensar em tudo, antecipar tudo e sustentar tudo tem um preço. A neurociência desmonta, finalmente, o mito da Superwoman: não somos multitarefa, estamos é sobrecarregadas, e isso começa a afetar o nosso equilíbrio emocional. Dar-lhe um nome é o primeiro passo para uma melhor gestão do stress e para uma vida com mais liberdade e maior bem-estar. Apresentamos estratégias para aliviar a carga mental feminina.




Ao longo de toda a vida ouvimos que nós somos mais organizadas, que temos maior capacidade para fazer várias tarefas ao mesmo tempo, que somos super-mulheres… A verdade? O nosso cérebro funciona de forma diferente. Por isso, acabamos por carregar tudo às costas: o que nos compete, o que deve ser partilhado e, até, o que é dos outros. Se não estabelecermos limites, terminamos exaustas a nível psicológico e físico. Aquilo que muitas mulheres vivem sem lhe dar nome é, simplesmente, a carga mental

A que se chama carga mental

De certeza que já lhe aconteceu: está a conduzir para casa e, independentemente da dimensão das suas responsabilidades profissionais, de ter ou não filhos, a sua cabeça não para um segundo, cheia de tarefas pendentes. Desde o que vai ser o jantar dessa noite – e se já terá descongelado o que precisa a tempo – às consultas médicas (suas e de outros), passando pelas questões da escola, pela roupa estendida quando vai chover ou se amanhã é dia de uniforme ou de fato de treino. Reconhece-se, certo?

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