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Recupere o seu “ecossistema” vaginal

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Quando chega a menopausa, a diminuição de estrogénios e as alterações que isso implica fazem aumentar o risco de incómodos na zona vaginal. Para prevenir a vaginite típica desta etapa de vida é preciso redobrar o cuidado e utilizar produtos que substituam a ação protetora das hormonas.


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Os nossos genitais externos, concretamente a vagina, possuem “um ecossistema” particular que nos garante uma sexualidade satisfatória, bem como bem-estar para enfrentar as frequentes alterações do ciclo feminino: desde que as hormonas despertam na puberdade até que a reserva se esgota e surge a menopausa.

Quais são os fatores que protegem o ecossistema vaginal?

  1. Estrogénios: mantêm uma boa espessura do epitélio vaginal e asseguram a produção de glicogénio que é fundamental para termos um pH adequado.
  2. Lactobacilos ou Bacilos de Doderlein: é a flora protetora que habita na nossa vagina e produz ácido láctico a partir do glicogénio e que assegura um pH ácido protetor, entre 3,8 e 4,5.

Esta acidez no pH vaginal evita a proliferação de outros gérmenes responsáveis pelo prurido, fluxo abundante, mau odor… que pode estar associado à vaginite inespecífica ou infeciosa, no caso de crescerem bactérias patogénicas.

Existem fatores externos (stress, uso de antibióticos, produtos de higiene íntima inadequados…) ou as próprias alterações genitais (depois do coito ou a atrofia associada à menopausa…) que causam um desequilíbrio deste ecossistema, provocando incómodos ou vaginites.

Por isso, quando chega a perimenopausa e a menopausa, a diminuição de estrogénios afeta diretamente este ecossistema. Se a isto associarmos outros agentes externos, como as perdas de urina e a humidade, os incómodos por vulvovaginite são ainda mais prováveis.

Como cuidar o ecossistema vaginal na menopausa?

Podemos prevenir a vaginite atrófica desta etapa de vida com:

  1. Higiene íntima: usar produtos com pH adequado para esta etapa de vida.
  2. Reforço em forma de comprimidos e cremes: ajudarão o nosso ecossistema a estar protegido durante esta etapa. Podemos utilizá-los também em momento nos quais outros agentes, como antibióticos ou stress, alteram de forma indireta o nosso ecossistema. Aplicam-se de forma intravaginal:
  • Comprimidos de ácido láctico
  • Comprimidos de probióticos
  • Cremes ou comprimidos que substituem a falta de estrogénios

Além disso, em caso de perdas de urina, não devemos apenas redobrar o cuidado com a nossa higiene, mas sobretudo usar absorventes que garantam uma zona genital seca e livre de irritações.

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