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Como adaptar a vida social e sentimental à nova normalidade?

#ReativeASuaVida com TENA

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Quer esteja a começar uma relação, quer esteja à procura de um novo amor, a situação pós-confinamento causa um desafio adicional. Como nos podemos adaptar nestes novos tempos, conhecendo a necessidade de distância social para evitar o contágio? Como sair sem tocar ou beijar? Como manter relações íntimas?


É tempo de nos reinventarmos, dizem os especialistas em saúde pública e a própria ciência. A Escola de Medicina de Harvard salientou recentemente num relatório que, independentemente de ser um encontro amistoso ou amoroso, a recomendação é sempre a mesma: distanciamento social, jantares ou programas ao ar livre, e reduzir a quantidade geral de contactos para evitar riscos.

No entanto, se for solteira, esta situação pode implicar um desafio adicional ao começar uma nova relação, ou para conhecer pessoas novas, simplesmente porque não tem garantias de que a pessoa que está diante de si não esteja infetada e, normalmente, sobretudo no início das relações, não conhecemos o grupo de contactos do outro.

Se está no início de uma nova relação, há uma série de conselhos que podemos seguir para ter relações mais seguras:

  • O primeiro mandamento: seja responsável e faça um teste. Se estiver a começar uma nova relação, o primeiro conselho é que faça o teste do coronavírus com certa regularidade, mesmo nos cinco ou sete dias posteriores ao encontro. E tenha em conta que ter tido Covid-19 ou um teste de anticorpos positivo não é uma garantia definitiva de que seja imune à infeção.
  • Questão de confiança. Antes de sair com alguém, o mais aconselhável é falar abertamente e fazer uma série de perguntas à pessoa com quem vai estar. Deste modo, terá mais informação para tomar uma decisão consciente. Perguntas como com quantas pessoas vive, se há alguém infetado no seu círculo de relações ou se fez recentemente um teste são perguntas necessárias a partir de agora. Claramente agora deve falar muito mais antes de dar o seu primeiro beijo.
  • Sexo com máscara. Pode parecer estranho, mas não se esqueça que o COVID-19 não é um vírus de transmissão sexual. Como a própria Organização Mundial de Saúde (OMS) explica, o vírus “contagia-se principalmente de pessoa para pessoa através das gotículas que saem pelo nariz e pela boca de uma pessoas infetada ao tossir, espirrar ou falar”. Se não tiver garantias de que a pessoa com quem está não a vai contagiar, mas não consegue resistir à tentação, use a máscara. E, claro, esqueça os beijos!

Há conselheiros sentimentais que começam a olhar para esta nova realidade de conviver com o vírus como uma oportunidade para “amadurecer emocionalmente”, para fomentar relações mais profundas com os demais e procurar laços afetivos para além do sexo. Uma oportunidade, inclusive, para desenvolver capacidades de socialização mais íntimas e dedicar mais tempo à vida em casal. Tudo isto pode valer muito a pena.

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